como prometido a 2° parte do conto "A Ponte", eu sei eu sei, meio grandinho, mas confiem em mim se derem a oportunidade vocês vão ficar congelados com a história!!
Parei de ler, a garganta ressequida. Tomei um gole de cerveja. De Hirsch abriu os olhos.
— Admiravelmente completo — disse ele, gentilmente. — É um bom pesquisador, embora não tenha muita imaginação.
Ele virou-se para Baynes e acrescentou:
— Assumiu o caso a partir desse momento, Tenente?
— Isso mesmo — resmungou Baynes, fitando-o. — Mas só depois que os patrulheiros Reynolds e Rivkin revistaram a casa. Igualmente sem resultados. Foi então que jogaram o caso no meu colo. Sempre me encarregam dos casos mais malucos. Fui até lá no dia seguinte. Mas interrogar Hillyer era como perguntar ao gato o que aconteceu com o canário. Mas ele falou a respeito do ângulo da chantagem. Disse que cometera um erro há alguns anos. A tal de Montrose soubera da história. Desde então, ele vinha lhe pagando mil dólares por ano. Todos os anos, quando se encontrava nas proximidades, a mulher avisava que iria aparecer dentro de um ou dois dias e ele providenciava o dinheiro.
"Verifiquei com Nova York. Ela estava mesmo fichada. Assim, a história de Hillyer provavelmente era verdadeira. Também verifiquei com o banco local. Haviam enviado dez notas de cem dólares para Hillyer apenas três dias antes.







